Tudo novo de novo


Voltando a jogar em ritmo de time misto, o Palmeiras conseguiu ser derrotado pela equipe do Rio Claro, até aquele momento lanterna do Campeonato Paulista 2010.

Nada contra o Rio Claro, que achou um gol e se fechou na defesa. Méritos para a equipe que soube driblar não só os jogadores do Palmeiras mas também as poças que se distribuíam no gramado.

A chuva não deu trégua durante todo o jogo. Mesmo antes do início da partida, a imprensa já informava que os vestiários das equipes estavam alagados.

O Palmeiras demorou a entender que o toque de bola não era a maneira mais inteligente de se chegar ao gol adversário. Embora tenha dominado o primeiro tempo, chegando a acertar a trave do Rio Claro em um chute de fora da área do volante Sousa, o que se viu no segundo tempo, principalmente depois do time levar o gol, foram bolas levantadas na área de qualquer jeito, no velho estilo Muricy Ramalho.

O estado do campo não ajudou a equipe, que contava com Lenny, Cleiton Xavier e Eduardo, só para citar os jogadores mais leves. As entradas de Marquinhos e William não ajudaram a mudar o estilo de jogo e evidenciaram a carência do elenco verde.

Antonio Carlos conheceu sua primeira derrota sob o comando do time. Não que ele tenha mudado muita coisa no estilo de jogo. A vitória contra o São Paulo foi conquistada à base de conversa e mudança de atitude dos jogadores. A vitória contra o Flamengo do Piauí, pela Copa do Brasil, era obrigação. Se bem que vencer o Rio Claro também deveria ser. Pelas condições do campo, castigado pel chuva, o resultado não pode ser encarado como do outro mundo. Mas mostra que o problema do time não era apenas com o treinador.

Não se sabe quando os reforços Ewerthon e Linconl vão estrear, nem como se encaixarão no time. A previsão é que o time melhore. O que não dá para explicar é essa sina do alviverde em perder pontos para os últimos colocados dos torneios, haja vista o que aconteceu no Brasileirão 2009 e o que vem acontecendo no Paulista 2010.

A classificação para as finais do Paulista ficou mais difícil. O torcedor, que se caracteriza por acreditar sempre, em torcer  apaixonadamente, parece que está desanimando cedo demais. Culpa do time, dos jogadores, da diretoria? Ou de todos juntos?

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